A Ilha Blastel-X
André, um garoto bastante aventureiro,
queria aproveitar suas férias de um jeito
meio “estranho”, ele queria visitar uma ilha misteriosa,
chamada Ilha Blastel-X, porque era o
nome de uma criatura estra- nha que
habitava naquele lugar. E lá foi ele, em sua
nova aventura, o objetivo era tirar uma foto da cria- tura, coisa que ainda não havia sido
feita, já que nin- guém era tão corajoso
como o André.
Chegando lá, ele já preparou o psicológico, porque não é qualquer um que passa por uma situ-
ação desse tipo.
André sacou sua ar Ops! Celular,
pois o obje-
tivo era apenas tirar uma foto do monstro, não ma- tá-lo. O menino começou a andar na ilha, até que viu uma porta.
– Onde aquela porta iria levá-lo? Foi o que An- dré se perguntou, até que, por sua conta e risco, de- cidiu ir. Após entrar, ele viu que o lugar estava muito desarrumado e havia muitas marcas de arranhões em toda parte.
– Onde eu me meti? Podia estar jogando o meu “Mário” agora, mas estou aqui – André pensou, já co- meçando a se arrepender da aventura.
Ele estava indo embora, quando viu um botão e decidiu:
– Eu já estou de saída mesmo, então vou ver o que esse botão faz, é rapidinho...
Quando ele apertou o botão, um alarme dispa-
rou. Apareceu um monstro que aparentemente estava com muita
fome!
Sim, era o Blastel-X! André correu o mais rápi- do que pôde, mas parou justamente em um corredor sem saída e falou desesperado:
– Oh, e agora, quem irá me ajudar?
No calor da emoção, André ouviu uma voz:
– Andrééééé, acorda, são onze e meia, hora de almoçar!
O garoto deu um pulo da cama.
– O quê? Como assim?
Aaah... foi tudo um sonho do André, até por- que o Blastel-X não existe, monstros não existem... Quer dizer... Eu... acho.
Autor: Allan de Souza Gomes
EMEF Cel. Hélio Franco Chaves
(7º ano) D RE - JT
Professora: Maria do Socorro Suzan Montinegro
Disponível
em: https://educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/Antologia_Contos_2020_web-1.pdf
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